Diagnóstico estratégico
Mapeamos o que sua marca comunica hoje frente ao padrão de sofisticação que o decisor local já está acostumado a ver.
Capital do agronegócio e polo médico. O decisor local já viu o padrão de São Paulo capital de perto e não se contenta com menos.
Ribeirão Preto é capital reconhecida do agronegócio paulista e também um polo médico forte, com um dos PIBs per capita mais altos do interior de São Paulo. Isso trouxe pra cidade um decisor que viaja, negocia com São Paulo capital e já viu o padrão de marca de alto nível de perto.
Esse decisor não se impressiona fácil. Ele já comparou fornecedores de agro, de saúde e de outros setores no nível mais alto que o Brasil oferece. Marca mediana ou datada não passa despercebida, ela é notada como sinal de que a empresa ficou pra trás.
Empresa tecnicamente competente, com marca no nível médio, perde pra concorrente que investiu em parecer tão sofisticado quanto o padrão que o cliente já está acostumado a ver.
Tem empresa que já tem uma identidade visual decente, só nunca documentou como aplicá-la. Cada pessoa da equipe interpreta a marca do seu jeito: o social media usa uma versão do logo, o financeiro usa outra na assinatura de e-mail, a gráfica recebe arquivo errado pra cartão de visita. O problema não é a marca em si, é a ausência de um manual que trave esse critério.
A GreatCase constrói identidade visual para empresas em Ribeirão Preto que precisam impressionar um decisor que já viu o padrão mais alto do país de perto.
A marca já existe, mas cada peça nova sai diferente porque não tem um documento que trave paleta, tipografia e regras de uso.
Cliente comparou sua marca com a de um fornecedor de São Paulo capital e notou a diferença de sofisticação.
A empresa tem excelência técnica reconhecida no setor de agro ou saúde, mas a marca não está no mesmo nível.
Concorrente com marca mais sofisticada fecha contrato mesmo com proposta técnica mais fraca.
O site, o material comercial e a apresentação institucional parecem de padrões diferentes de sofisticação.
Já tentou atualizar a marca e o resultado ficou no nível médio, não no nível que o decisor local já está acostumado a ver.
Sabe que a cidade tem um padrão de exigência alto, mas a marca da empresa não acompanhou isso.
A GreatCase não vende design. Vende posicionamento que impressiona um decisor que já viu o melhor padrão de marca do Brasil de perto.
Mapeamos o que sua marca comunica hoje frente ao padrão de sofisticação que o decisor local já está acostumado a ver.
Identidade visual que projeta sofisticação real, compatível com o nível de agro e saúde de ponta da região.
Logo, site, materiais de proposta e apresentação institucional. Sistema visual coeso pra cliente de padrão elevado.
Sua equipe aplica no dia seguinte, mantendo o nível de sofisticação em cada peça nova.
Recebeu proposta de compra 5x maior que a última oferta, em valor superior a R$25 milhões.
Depois do trabalho entregue, recebemos muitos elogios e a percepção de valor do meu negócio aumentou significativamente. O mercado passou a nos enxergar como referência.
60% das unidades vendidas no primeiro dia de lançamento do empreendimento.
Se depois do diagnóstico você não enxergar valor claro no projeto, não há cobrança nem proposta forçada. Você sai do processo sabendo exatamente o que está comprometendo a percepção de valor, e leva esse conhecimento.
Se decidir avançar: aprovação na primeira versão na maioria dos projetos. Quando precisa ajustar, ajustamos sem custo extra dentro do escopo. Acompanhamento pós-entrega de 3 a 6 meses incluído.
Glauber Tavares atua ha mais de 7 anos com posicionamento e identidade visual, com mais de 200 projetos entregues em 8 paises (Brasil, EUA, Suica, Italia, Portugal, Espanha, Dubai e Qatar). Fundador da GreatCase, desenvolveu a metodologia proprietaria Arquitetura de Autoridade, validada em mais de 60 projetos.
A diferença está na marca. E a marca certa começa por um diagnóstico honesto do que a atual está comunicando.
O decisor ribeirãopretano já viu o padrão mais alto do Brasil de perto e não se impressiona fácil. Quem decide se sua empresa passa nesse teste é a marca. Vale começar pelo diagnóstico. Gratuito e sem follow-up insistente.